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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Masterchef Brasil



Ultimamente virou febre os programas de TV que são competições gastronômicas. Os participantes devem ser criativos, cozinhar bem (óbvio) e devem adquirir conhecimento de técnicas novas, se aperfeiçoando.

Cada um desses reality avalia o competidor sob determinado aspecto. No Cozinheiros em Ação, do canal GNT, os jurados não cobram muito técnicas, já que o programa é mesmo voltado  para cozinheiros amadores. O sabor que é fundamental. Aqui são analisadas duplas, como irmã e irmão, mãe e filha, nora e sogra ...

O The Taste brasileiro foi ótimo, começando pelos jurados. Esses, avaliam os pratos às cegas, dando maior imparcialidade. Os participantes são escolhidos pelos chefs , formando três grupos que competirão entre si. Os pratos são apresentados em uma colher, o que torna mais difícil a competição.

Outros programas avaliam a combinação de sabor e apresentação, como o Top Chef e o Desafio Culinário. Há também o Hell's Kitchen, onde os competidores têm que aprender a lidar com a pressão do chef Gordon, aprender técnicas e apresentar o prato lindo e gostoso.

O Masterchef é o mais conhecido, já que tem versões em vários países. A avaliação tem como base o sabor, apresentação e técnicas utilizadas. Os participantes aprendem bastante com as aulas de chefs convidados. 

De todos os programas, o que mais gosto é do Masterchef Austrália, temporada 3. Os jurados dão suas críticas de forma educada, como um profissional de verdade deve se portar, o que não acontece no Masterchef Brasil, onde os chefs fazem suas críticas de forma deselegante e grosseira. 

Os jurados do nosso Masterchef são: Paola Carosella, Henrique Fogaça e Erick Jacquin. Este, faz questão de ser arrogante, chegando falar para um eliminado (Fernando), que era para ele deixar o ego de lado. E quando ele deixasse de ser cozinheiro para ser um chef, aí sim ele poderia ser arrogante. Falou ainda que ele mesmo era arrogante, mas ele pode, é um chef, conhecido.

Não entendo o motivo de criar esse personagem de malvado e arrogante. Afinal, eles estão lá para avaliar, fazer críticas de forma construtiva, para que o cozinheiro possa se aprimorar.

A chef Paola comanda o restaurante Arturito em SP, que possui um forno a lenha de onde sai receitas como o crostini de berinjela defumada com ricota artesanal e azeite, e o peixe assado com abóbora cabochan e molho de tahine. A chef também assina as empanadas do La Guapa.

Henrique Fogaça é o chef do restaurante Sal em SP. Da sua cozinha envidraçada saem vieiras tostadas ao creme de limão, nhoque de mandioquinha ao ragu de javali, etc. No andar superior fica um bar, o Admiral's Place, que lembra um pub inglês e possui uma carta de uísques com mais de 80 rótulos. Na área externa fica o Cão Véio, um gastropub com referências caninas e que possui cerca de 45 rótulos de cervejas artesanais.

O chef Jacquin abriu o Le Bife, também em SP, que tem como foco as carnes. Os clientes escolhem o tipo de corte que prefere (entrecóte ou filé mignon), o molho (béarnaise, mostarda ou pimenta), as guarnições que são servidas em rodízio, e a sobremesa (petit gáteau). Também comanda o Tartar & Co, especializado em tartare (prato feito de carne crua bem temperada), com versões que leva atum, beterraba e vinagrete de maracujá. 

Para quem ficou com vontade de conhecer as criações desses chefs, não precisa desanimar com medo do preço. O valor médio do prato executivo é de R$45,00.

Depois que publiquei este post, li uma matéria que informava a abertura de um novo restaurante pelo Fogaça. Dia 16 será inaugurado o Jamile, que fica no Bexiga (SP).

Imagem: Wikilicias

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Série gostosa


 

Sou uma fã de séries de televisão e tenho minhas preferidas, como: Will and Grace, Sex and the city, Girlmore Girls, Friends e The Big Bang Theory. De um tempo pra cá me sinto muito órfã, já que minhas preferidas acabaram e só restou The Big Bang. Ainda bem que me restam os DVD's para matar saudades.

Na busca de uma nova série para ocupar o vazio deixado, cheguei a nova série 2 Broke Girls (Duas garotas duras/quebradas). Essa nova série foi lançada há pouquinho tempo, 4 meses na rede CBS e passa aqui no Brasil na Warner, ás 20:30, toda terça-feira.

A história é bem leve, divertida sem ser panaca, e não poderia ser diferente, já que foi criada por Michael Patrick King, sim, o mesmo de Sex and the city, junto com a comediante Whitney Cummings.

Na série, a loirinha Caroline, interpretada por Beth Behrs(você vai lembrar dela de American Pie e NCIS) é uma patricinha que teve o pai preso por se envolver em um escândalo de fraude econômica. Ficando falida, ela resolve procurar um emprego no Brooklyn, já que é bem longe do mundinho que ela levava na Upper East Side.



Caroline, levando seu vestido Chanel e seu cavalo puro-sangue, encontra Max, interpretada pela ótima Kat Dennings (Thor, etc...). As duas viram amigas e apesar de toda diferença entre elas, trabalham juntas como garçonete, moram juntas e dividem um sonho, o de abrir uma lojinha de cupcakes. E com base nessa meta, de juntar 250 mil dólares, os episódios são passados.


Além das duas figuras, tem o japinha que faz o patrão delas, Hang Lee (interpretado por Matthew Moy), o Oleg (Jonathan Kite) e Earl (Garret Morris, que é engraçado só de olhar).

Vale a pena conferir 2 Broke Girls, Warner, toda terça ás 20:30.

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